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Revue de Synthèse

0035-1776
Changement d'éditeur au 1er janvier 2017
 

 ARTICLE VOL 121/3-4 - 2000  - pp.291-323  - doi:10.1007/BF02970492
TITRE
Science de l’homme et «domination rationnelle» savoir ethnologique et politique indigène en afrique coloniale française

RÉSUMÉ

O artigo explora a noção weberiana de «dominação racional» como instrumento para analisar as relações entre as práticas de gestão de populações nativas pelo Estado colonial e o desenvolvimento de uma forma especifica de racionalidade científica, tomando por objeto essas populações: os saberes antropológicos. A partir do caso da África colonial francesa, procura-se mostrar como as dimensões de instrumentação (com a produção de técnicas de identificação e de compreensão) e de legitimação são essenciais na emergência de saberes sobre as sociedades e as culturas nativas, tanto no interior dos aparelhos administrativos, como também nas instituições científicas metropolitanas. O apoio ao desenvolvimento da Ciência do Homem se realiza no âmbito de projetos de racionalização da colonização que aproximam ao mesmo tempo cientistas e reformadores ligados à Escola Colonial, interessados em redefinir a profissão de administrador colonial como «especialista em populações indigenas».



ABSTRACT

This paper explores the uses of the Weberian notion of «rational domination» as a tool for analysing the relationships between efforts by the Colonial State at controlling native populations and the development of a specific form of scientific rationality, taking these populations as objects: anthropological knowledge. Focusing on French colonial Africa, it argues that the aspects of instrumentation (with the production of instruments of identification and understanding) and of legitimization play an essential part in the emergence of a knowledge on native societies and cultures, firstly within the administration, but also in metropolitan scientific institutions. Support for the development of the science of man takes place within the framework of projects or «rationalization» of colonial domination that draw together scientists and reformers attached to the Colonial School, aiming at professionalizing the role of «colonial administrator», redefining it as a «specialist of natives».



AUTEUR(S)
Benoît DE L’ESTOILE

MOTS-CLÉS
dominação racional, burocracia, África colonial francesa, história da antropologia, política indígena

KEYWORDS
rational domination, bureaucracy, French colonial Africa, history of anthropology, native policy

LANGUE DE L'ARTICLE
Français

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